A Família Manson foi um grupo comunitário e culto que surgiu na Califórnia no final da década de 1960. Liderada por Charles Manson, a Família era composta por um grupo heterogêneo de seguidores, muitos dos quais eram jovens com históricos de problemas familiares e uso de drogas.
Ideologia:
A ideologia da Família Manson era uma mistura complexa de filosofia hippie, ideias apocalípticas, racismo e interpretações distorcidas das músicas dos Beatles, especialmente o álbum "Álbum Branco". Manson acreditava em um evento apocalíptico chamado "Helter Skelter," uma guerra racial que resultaria no fim do mundo como o conheciam. Ele via a Família Manson como a comunidade que sobreviveria a este evento e governaria o mundo.
Atividades Criminosas:
A Família Manson ficou infame pelos assassinatos cometidos em 1969. As vítimas mais notórias foram a atriz Sharon Tate, que estava grávida, e seus amigos, assassinados na casa de Tate em Los Angeles. No dia seguinte, a Família também assassinou Leno e Rosemary LaBianca. Os assassinatos chocaram o mundo e revelaram um lado sombrio da contracultura da década de 1960.
Membros:
Entre os membros mais notórios da Família Manson estão Susan Atkins, Patricia Krenwinkel, Leslie Van Houten e Charles "Tex" Watson, todos condenados pelos assassinatos.
Legado:
A Família Manson deixou um legado duradouro na cultura popular e no estudo da criminalidade. O caso expôs as perigosas consequências do controle mental, da lavagem cerebral e da liderança carismática e manipuladora. O termo "Família Manson" tornou-se sinônimo de violência cultista e psicopatia. Os crimes inspiraram livros, filmes e documentários, e continuam a fascinar e assombrar o imaginário popular.
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